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Arquitectura

A arquitectura timorense apresenta grande diversidade. As casas das montanhas são cónicas, outras têm um beiral elíptico quase rente ao chão. Outras ainda, são rectangulares ou quadradas, compostas por três ou quatro águas. Variam quase de povoação em povoação e dentro destas.

Respeitam uma concepção religiosa, segundo a qual, o universo é tripartido.
Assim, o corpo do telhado envolve o mundo dos espíritos dos antepassados, a zona de residência, o mundo dos vivos e a zona abaixo do sobrado, o dos espíritos da Natureza que são por norma atribuídos aos animais.

Quase todas as casas, exceptuando as de influência europeia, assentam o sobrado sobre pilares, obedecendo a normas antigas que traduzem preocupações em relação
à economia do espaço habitacional e à defesa quanto a inimigos e animais.
As casas de Lautém chegam a estar elevadas do solo a cerca de quinze metros.
As de Viqueque a cerca de seis metros.

A construção das casas obedece a uma cerimónia, onde se sacrificam animais e se lhes lê
as entranhas. Nesta, um sacerdote gentio, declama um poema denominado dadoulik, onde são invocados os antepassados, consagrando a casa. Todo este ritual decorre ao tempo que a casa se vai erguendo, desde a recolha dos materiais até ao remate da cobertura e é dividido em sete partes correspondendo às fases de construção.

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