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Agricultura

Toda a economia actual da população timorense está ligada à terra e esta situação tem tendência para se prolongar ainda por muito tempo. Podemos dizer que a agricultura que existe em Timor é, ainda, de subsistência.

Em Timor há três regiões agrícolas principais: a costa norte, a costa sul e as montanhas.

Na costa norte existem boas condições para a agricultura nos amplos vales das ribeiras, onde se tem desenvolvido a cultura do arroz em regadio. A preparação da terra para a sementeira do arroz de regadio tem lugar depois das primeiras chuvas, durante a qual
a terra é revolvida pela passagem contínua dos búfalos conduzidos pelos agricultores.
As encostas do planalto de Baucau é um local privilegiado para a plantação do arroz. Além do arroz, são também viáveis as culturas do algodão, da cana-de-açúcar e do café.

Na costa sul, o regime de chuvas permite a agricultura de sequeiro, até aos seiscentos metros de altitude e excluindo uma pequena faixa costeira, toda a região tem um importante potencial agrícola. A cultura do arroz pratica-se nas planícies que se estendem de Betano a Viqueque. A fertilidade dos solos permite ainda um aproveitamento importante das terras, sendo que em muitas encostas e nas margens de certas linhas de água se desenvolve a cultura do café.

Dos seiscentos aos dois mil metros de altitude estende-se a região agrícola montanhosa.
O vale de Gleno, o planalto de Aileu, Ermera, e a zona de Lai Soro Lai são extremamente férteis. Cultiva-se o café em larga escala, sendo toda a região produtora de milho, batata-doce, batata, feijão, etc. Em certas áreas produz-se igualmente trigo, cevada, ervilha e fava.

Além do café, as outras grandes produções para exportação são a borracha
(das seringueiras de Hatolia, Viqueque, da costa sul, etc.) e a copra, dos coqueiros litorais e das terras baixas.

O Café é um produto precioso em geral, e particularmente para os habitantes das aldeias das montanhas, porque a troco de picos ele recebe mercadorias e utensílios de fabrico industrial.

No litoral sul e nalguns pontos da costa norte cultiva-se o tabaco em extensos campos cercados. Nos bazares semanais os agricultores vendem grandes quantidades de tabaco em sacas ou em pequenas porções.

A agricultura itinerante é a mais praticada, especialmente no leste da ilha, o terreno é aproveitado para cultivar durante dois anos, permanecendo em pousio durante dez ou mais.


OÉ-CUSSI

Com uma agricultura unicamente de subsistência em Oé-cussi produzem-se pequenas quantidades de feijão, algodão, cebola e amendoim. Em maior quantidade produz-se
o milho, a mandioca, a batata-doce e o arroz.
 

ERMERA E LIQUIÇA

Em Ermera há uma grande produção de café e de borracha, o que lhe confere enorme relevância na economia do país, por contribuir com mais de 60 % do valor total das suas transacções. 
Ermera e Liquiçá, também produzem produtos outro tipo de produtos: mandioca,
batata-doce e batata europeia, milho, feijão, amendoim, ervilha e tabaco.


BOBONARO

As principais produções agrícolas são o milho, batata-doce, mandioca, arroz, feijão
e o amendoim.


COVA LIMA

A maior parte da população Cova Lima trabalha na agricultura ou dedica-se à criação do gado. Os produtos da agricultura incluem milho, mandioca e tabaco.


SURO

A agricultura em Suro é a principal ocupação da população. Produz-se batata-doce, milho, mandioca, feijão, café, amendoim, tabaco e ainda batata europeia, ervilha e cebola.


MANATUTO

Em termos agrícolas produz-se arroz, milho, mandioca, batata-doce, feijão, tabaco
e amendoim.


LAUTEM

Situado na ponta oriental da ilha de Timor, Lautem vive essencialmente da agricultura
e da pecuária.

 

 
 
 
 

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